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Mostrando postagens com o rótulo fatos da história

Sampa: a cidade mais subestimada do mundo.

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Esta é a visão de um trio de norteamericanos oriundos de San Francisco, que têm percorrido cidades latino-americanas com o projeto  projeto  Breaking Borders . O trio é formado por um cineasta, Nick Neumann, um fotógrafo e apresentador, Walker Dawson e por um escritor, Chris Morenos.  Estação da Luz. Foto extraída do site We are Breaking Borders (*)   O resultado da passagem desse grupo por Sampa, foi um curta-metragem intitulado "São Paulo: a cidade mais subestimada do mundo". Confira o vídeo: Acompanhe esse projeto, clicando aqui  (Facebook) ou  aqui (site oficial).

Os tijolos e as telhas do Tatuapé ajudaram a construir Sampa

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A trajetória do Bairro do Tatuapé começa junto com Brás Cubas, fundador de Santos, no ano de 1560. O explorador, que buscava ouro, decidiu subir a Serra do Mar com seu amigo Luís Martins e um grande número de criados. Chegando ao planalto se depararam com um grande ribeirão do Tatu-apé  (“caminho do tatu”, segundo os índios Piqueris) e decidiram seguir seu curso. Contudo, ao chegar à foz deram de cara com o Rio Grande, atualmente conhecido como Tietê, e decidiram ficar por ali. Nessa região, eles instalaram um rancho, um curral e várias casas. Por ser uma região fértil, eles começaram a desenvolver criações de gado, porcos e várias outras culturas, entre elas, a de cana e uva. Vale o destaque que a cultura de uva ficaria famosa nos anos seguintes devido a boa qualidade do vinho que era feito nessa região. Contudo, essa “paz” durou pouco tempo. Devido a invasão francesa que ocorria no Rio de Janeiro, Brás Cubas foi obrigado a deixar tudo para Rodrigo Álvares que...

Dia do Ferroviário

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Bem, eu sei que acabei de chegar por essas bandas, mas sinto muito orgulho de fazer parte de uma categoria secular cujo trabalho sempre esteve aliado à modernidade, expansão, desenvolvimento e outros adjetivos mil. Por isso, não poderia deixar passar em branco esta importante data: o Dia do Ferroviário.     É comemorado em 30 de abril por ter sido essa a data da primeira viagem de uma composição férrea no Brasil, portanto, há 161 anos. Construída pelo Barão de Mauá, a Estrada de Ferro Petrópolis foi a primeira ferrovia do país, ligando o Rio de Janeiro à Raiz da Serra. Estavam presentes na primeira viagem o então Imperador Dom Pedro II e sua esposa, a Imperatriz Tereza Cristina. (Leia mais em A Era das ferrovias no Brasil ).   Infelizmente, hoje a nossa malha ferroviária é bastante ineficiente e distribuída irregularmente pelo país: a região Sudeste concentra quase metade das ferrovias (47%), as regiões Norte e Centro-Oest...

Em Nome D'el Rey

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Em Nome D´el Rey – 250 anos do governo Morgado de Mateus em São Paulo (1765-2015) , é o nome da exposição que inicia em 28 de abril no Arquivo Público do Estado de São Paulo. A mostra trata do período colonial no Estado e ficará em cartaz até 31 de julho de 2015. A figura central da exposição é o nobre português Luís Antônio de Sousa Botelho Mourão, o 4o.  Morgado de Mateus , que chegou ao Brasil em 1765 e governou São Paulo até 1775. Sua missão era restaurar a capitania, que fora extinta em 1748. Seu governo foi marcado por polêmicas. Ativo e enérgico, o governador trabalhou para reverter o estado de pobreza e abandono em que São Paulo se encontrava. Organizou o governo, reforçou suas defesas, criou vilas, recenseou a população e fomentou a economia. Todas essas atividades geraram documentos escritos, como requerimentos, alvarás, avisos, provisões, patentes e cartas de sesmarias, que se consolidaram como ferramentas de governo e diz muito sobre a sociedade que a pr...

Estradas de ferro paulistas: Companhia Paulista de Estradas de Ferro

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Na postagem anterior abordamos que a primeira estrada de ferro paulista, a Santos-Jundiaí (EFSJ), que da sua inauguração até 1946 foi denominada São Paulo Railway Company (SPR), foi uma ferrovia que ligava o município de Santos ao de Jundiaí, tendo como principal ponto de passagem a cidade de São Paulo.  A implantação dessa ferrovia em solo paulista foi o impulso necessário para o fortalecimento da centralidade da cidade de São Paulo e a alteração em sua paisagem, pois, a partir do início de sua operação, a cidade pode abrigar as famílias dos cafeicultores, ampliar os negócios do café, e ver nascer fábricas e indústrias que se tornaram sua importante marca por todo o século XX.    A segunda ferrovia neste estado foi a Companhia Paulista de Estradas de Ferro - CPEF , uma companhia privada, organizada por fazendeiros e banqueiros paulistas para atender ao crescente escoamento da safra de café que não era abrangido pela São Paulo Ra...

ELIS, 70 Anos

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Se estivesse viva, Elis Regina completaria hoje 70 anos de vida. Falo disso aqui, em "Coisas de Sampa" porque, embora gaúcha, começou sua carreira em São Paulo.  Como mostrou a reportagem da Globo "em 5 de agosto de 1964, um endereço na Praça Roosevelt, centro de São Paulo, foi o palco do primeiro show de Elis Regina na cidade. Onde hoje funciona um bar, existia uma boate, boate Djalmas. A jovem Elis, de 19 anos, encantou a plateia. Algumas dezenas de pessoas lotaram o lugar para ver a artista que começava a despontar".  Teve passagem pelo Rio de Janeiro, mas viveu aqui até sua morte trágica, em 19 de janeiro de 1982. Toda as mídias estão falando dela ao longo do dia: sua vida, seus amores, seus sucessos e suas dores. Nada há muito a acrescentar, a não ser uma breve homenagem a essa mulher que permeou na minha infância, adolescência e juventude. E, ainda hoje, rodeia por aqui. Muitas de suas músicas estão presentes em fatos marcantes de minha vida. ...

Joelma: 40 anos depois

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1º de fevereiro de 1974, dia que marcou a vida dos paulistanos com o horror de um dos piores incêndios da História: o do edifício Joelma.   Apenas 2 anos antes, no dia 24 de fevereiro, o edifício Andrauss, também no centro da Capital, sofreu um incêndio de grandes proporções e 16 mortes. Causa provável: sobrecarga no sistema elétrico. A grande maioria das pessoas que trabalhavam no local, incluindo escritórios da Siemens e da Henkel (que perdeu dois importantes executivos), conseguiram se salvar. Subiram ao topo do prédio e foram resgatados por helicóptero.   As vítimas do Joelma, 191 mortos, não tiveram a mesma sorte. Muitos subiram ao teto,relembrando o sucesso dessa estratégia de resgate no Andrauss. Mas, ao contrário deste, o Joelma tinha seu teto revestido com telhas de amianto e o calor intenso impediu a aproximação dos helicópteros.   Muitas dessas aeronaves pousaram no heliponto da Câmara Municipal de São Paulo - prédio localizado há ...