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São Paulo Contra a Homofobia!!

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A 16ª Parada Orgulho LGBT deste ano teve como tema: "Homofobia tem cura: educação e criminalização! – Preconceito e exclusão fora de cogitação". O Governador Geraldo Alckmin, esteve presente na coletiva de imprensa no início da parada para reafirmar que São Paulo é um Estado píoneiro na luta pelo direito à diversidade sexual, com políticas afirmativas e ações voltadas ao combate à homofobia há mais de uma década: " São Paulo é vanguarda neste trabalho, criando lá atrás o GRADI (*)  , grupo repressivo a todo tipo de descriminação. Depois sancionei a Lei 10.948/01, que estabeleceu os crimes contra a homofobia. Criamos a 1ª Delegacia para apurar crimes contra a homofobia, que é a DECRADI (**). Defendemos uma sociedade fraterna, em que impere tolerância e respeito aos direitos civis ", afirmou o Governador. Registrar crimes contra a honra é novidade no site da Delegacia Eletrônica de São Paulo. Insultos verbais de natureza homofóbica ou racista também pod...

Visite São Paulo

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Quer fazer um tour diferente pelo Centro de Sampa? Pegue seu MP3 ou celular e acesse www.visitesaopaulo.com/roteiros . Se tiver um aparelho da Apple, visite a loja virtual iTunes. Você acessará gratuitamente um guia de áudio, disponível em português (por enquanto), com um roteiro que vai da Praça da Sé ao Vale do Anhangabaú, passando pelo Páteo do Colégio, Solar da Marquesa, Praça do Patriarca e Centro Cultural Banco do Brasil. Essa iniciativa faz parte de um projeto-piloto desenvolvido pelo São Paulo Convention & Visitor Bureau e que pretende, em breve, levar roteiros para outras regiões da cidade. A Av. Paulista, há cerca de dois anos, recebeu projeto semelhante que foi o primeiro guia turístico em áudio da cidade, lançado pela produtora Núcleo Corpo Rastreado, com apoio da Funarte - Fundação Nacional das Artes. São Paulo passa a ter, finalmente, um serviço existente nas principais capitais do mundo como Londres, Nova York, Berlim, Vancouver, Veneza, Dublin, Vi...

Pelos trilhos do Metrô

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N uma rede de 74,2 km de extensão e 64 estações, o Metrô acaba sendo uma boa opção de acesso a vários pontos da cidade - diretamente ou por meio de linhas de ônibus integradas -, alguns deles de interesse turístico. Vejamos: Linha 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi) Acesso ao Centro de Exposições Imigrantes, Jardim Botânico, Centro Cultural São Paulo, Banco do Brasil, Museu de Arte Sacra, Catedral da Sé, Rua 25 de Março, Museu da Língua Portuguesa, Museu da Imigração Japonesa, Pinacoteca do Estado, Sambódromo e Parque do Anhembi. Linha 2-Verde (Vila Prudente-Vila Madalena) Instituto Cultural Itaú, MASP - Museu de Arte de São Paulo, Casa das Rosas, Centro da Cultura Judaica, Museu do Ipiranga, Aquário de São Paulo e o Museu do Futebol (no Estádio do Pacaembu). Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda) Memorial da América Latina, Play Center (que vai acabar ainda este ano, infelizmente), Parque da Água Branca e o Memorial do Imigrante. Se for fanático, poderá acompanh...

Quartel Tabatinguera - o velho quartel do Parque D.Pedro II

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Hospício dos Alienados (1862) Próximo ao primeiro núcleo urbano da cidade, no local que era conhecido como Chácara do Fonseca nos idos de 1765, foi erguido em taipa de pilão, tabique e pau a pique o primeiro corpo edificado do que até recentemente deu lugar ao Quartel Tabatinguera. Mas, o velho quartel foi antes Convento das Irmãs Duarte (1852), Seminário de Educandos (1860) e de Educandas (1861) e o Hospício dos Alienados (1862-1905), no qual morreu o poeta Paulo Eiró, em 1871. Somente no início do século passado (1905) o lugar foi adaptado para receber o quartel e o almoxarifado da Força Pública. Abrigou o Exército até 1992, quando foi transferido para a Polícia Militar do Estado de São Paulo. Em 1981, o quartel foi tombado pelo Condephaat. Atualmente, nos 15 mil m² em que se encontra o quartel, serão instalados o Museu Histórico da Polícia e uma Fábrica de Cultura. As Secretarias estaduais de Segurança Pública e Cultura são responsáveis por todo o projeto que inclui recuperação da ...

"Vestiário" - no Museu do Futebol

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O Museu do Futebol abre a exposição Vestiário , unindo fotos, artes plásticas e intervenção eletrônica, com um dos ambientes mais preservados do futebol. Tudo isso está na Sala Osmar Santos. São 56 fotos de Gilberto Perin - um afixionado fotógrado gaúcho que tentou entrar em vestiários de vários clubes sem sucesso até finalmente conseguir, com a ajuda de Aldir Schilee (que criou o uniforme da seleção brasileira de 1953). Felipe Barbosa, artista plástico também gaúcho, traz 28 obras que fazem "uma outra leitura do futebol" ao mostrar, dentre essas peças bolas descosturadas e a bola fabricada com pelo de boi, expostas em cenários que reproduzem o ambiente proposto. Há, ainda, o vídeo mapping, ou a capacidade de modificar a percepção dos objetos por meio da luz . Esses jogos de luz e sombra são realizados pelo VJ Spetto. Segundo o curador do Museu do Futebol, a exposição propõe uma fusão entre visão e alucinação, arrancando o visitante da monotonia do cotidiano, ao mesmo tempo...

O verde das árvores no lugar do azul das barracas

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Essa é a nova paisagem do Largo da Concórdia, no bairro do Brás, que durante décadas foi ocupado por barracas de camelôs e recebeu milhares de pessoas todos os dias, vindas de diversas regiões do estado - e do país - para compras. No entanto, anos atrás o subprefeito da Mooca, Eduardo Odloak, devolveu aquele espaço público à população e combateu a pirataria e outras ilegalidades que vinham sendo cometidas no lugar. (veja vídeo a seguir). Mas, quando surgiu o Largo da Concórdia na história de nossa cidade? Foi primeiramente chamado de Largo do Brás (1850) quando a região era repleta de chácaras. Lá ficavam as terras do José do Brás (benemérito considerado fundador do bairro). Em 1865 a Câmara Municipal de São Paulo alterou sua denominação para Largo da Concórdia, na mesma época em que denominou a Rua Riachuelo e o Largo do Paissando, numa possível homenagem à Guerra do Paraguai (Concórdia é uma cidade argentina que teve papel de destaque nessa guerra, assim como Riachuelo e Paissandu fo...

"Será Avenida Paulista, em homenagem aos paulistas"

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... Assim foi batizada, pelo engenheiro Joaquim Eugênio de Lima, a avenida que comemora 120 anos no dia 08 de dezembro. Seu nome nem sempre foi Paulista. Na primeira década do século passado seu nome foi alterado por um período bem curto para avenida Carlos de Campos (ex-presidente do estado), retornando ao nome original depois que a sociedade paulistana reagiu, demonstando seu descontentamento. Rodeada por rico patrimônio arquitetônico, bastante inovador para a época, foi a primeira via asfaltada da cidade (1909). Desenhada para abrigar os paulistas que aspiravam por um espaço na cidade, assim manteve seu caráter residencial até meados dos 50, até que espigões e arranha-ceús começaram a dar lugar ao redesenho paisagístico da avenida: um lugar eclético e que abriga o setor imobiliário, espaços culturais e educacionais. Mas, sobre o símbolo e o que ele representa hoje em nossa cidade, prefiro reproduzir artigo publicado nesta data no Diário de São Paulo, coluna Formador de Opinião e as...