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Os perigos de comer fora de casa

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O vereador Andrea Matarazzo apresentou projeto de lei para regulamentar Comida de Rua na cidade. No dia 18 de setembro, na Câmara Municipal de São Paulo, será realizado um amplo debate público sobre o tema com as pessoas do setor. Para saber mais sobre o projeto de lei, clique aqui. Veja a importância desse projeto, considerando a pesquisa realizada em diversas cidades sobre "Os perigos de comer fora de casa", no texto abaixo, extraído do Diário Oficial do Estado de SP: Testes realizados pela Associação de Consumidores Proteste, em nove cidades brasileiras, com alimentos comprados de vendedores em praias, ambulantes nas ruas e restaurantes self-service de shoppings centers , indicam que esse hábito deve envolver muita cautela. A pesquisa indicou que 11% dos produtos eram impróprios para consumo (por estarem contaminados com micro-organismos capazes de fazer mal à saúde), enquanto 57% eram insatisfatórios (por problemas na  higiene em alguma etapa da produção do al...

Depois do Chá, a Rua Oriente

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Na postagem anterior abordei o tema da mudança do nome do Viaduto do Chá pretendida por um vereador paulistano. Segundo informou o vereador Floriano Pesaro (ver comentário naquele post ), o projeto de lei foi arquivado. No entanto, há outro projeto que quer alterar o nome da Rua Oriente, homenageando um líder religioso iraniano, morto na década de 1970, acredito eu no Líbano, cujo nome possui difícil grafia: Moussa Al-Sader. A justificativa do projeto diz que isso atende a pedido da Associação Beneficente Islâmica do Brasil.  Volto a afirmar: independentemente a figura do homenageado que poderia ter seus méritos honrando espaços inominados da cidade, mexer com denominações tradicionais de vias públicas da cidade, que marcam a história de nossa terrinha, deveria ser considerado crime. A Rua Oriente recebeu esse nome por Ato municipal datado de 24/08/1916. Está localizada a leste do centro histórico de Sampa, no coração do bairro do Brás. Aliás, quando se fala em Brás, doi...

Mudar o nome do Viaduto do Chá??

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Fiquei estarrecida ao ler matéria do Metrô News de hoje, dizendo que os vereadores paulistanos pretendem mudar o nome do Viaduto do Chá e da Rua Oriente. Independentemente das pessoas a que se pretendem homenagear (o viaduto passaria a ter o nome de Mario Covas Jr., extremamente honroso), não consigo concordar com essa iniciativa. É notória a quantidade de projetos de lei que os senhores vereadores aprovam todos os anos alterando nome de vias públicas já nominadas, causando confusão. Isso, sem contar o dispêndio dos cofres públicos para confecção de novas placas, novos mapas e guias, obrigando empresas a mudarem seus procedimentos. Imaginem a Sabesp, Eletropaulo, empresas de telefonia, de gás etc. alterando endereços a cada alteração proposta pelo Legislativo. Um absurdo. Arnaldo Madeira, quando vereador, na década de 1980, aprovou uma Lei (depois revogada) que estabelecia como critério para alteração de endereços, por exemplo, nomes de difícil grafia, ruas interrompidas por bar...

"Meu Museu"

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“O que está acontecendo aqui?”, pergunta a arte-educadora Raquel para o grupo diante do quadro O violeiro, do pintor Almeida Júnior. Em seguida, ensina que esse questionamento deve ser feito “sempre que nos depararmos com uma obra de arte”. O método, segundo ela, aguça a imaginação e auxilia a compreensão da peça. Isto faz parte da mais nova iniciativa no âmbito educacional da Pinacoteca do Estado de São Paulo, o programa Meu Museu . A ação, direcionada exclusivamente para idosos, integra o Núcleo de Ação Educativa (NAE) da instituição e, como o próprio nome diz, busca a inclusão desse público e fazer do local um instrumento de socialização da pessoa idosa. Todas as atividades são especialmente desenvolvidas para atender às necessidades de quem já passou dos 60 anos. As visitas têm percurso mais curto, com número menor de obras a serem analisadas para evitar o cansaço. Além disso, o roteiro inclui paradas estratégicas para descansar, ir ao banheiro ou tomar remédio. ...

"Encontros" nas estações do Metrô

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Transformar as estações do Metrô de São Paulo em espaços culturais, com atrações gratuitas para a população. Este é o objetivo do projeto Encontros. Shows musicais, cinema, espetáculos de dança, teatro, exposições permanentes e itinerantes, oficinas culturais e muitas outras atrações fazem parte da programação do projeto Encontros, acessível a mais de   4 milhões de pessoas, que circulam diariamente pelo Metrô. Programação de férias A programação especial de férias do projeto Encontros apresenta três exposições de fotografias. A da estação Paraíso é uma mostra interativa formada por 18 reproduções ampliadas de fotos tiradas pelos próprios usuários e postadas na rede social Instagram , com o hastag do nome do projeto. A participação foi livre, sendo o único critério exigido o de que as fotos fossem relativas a cidade de São Paulo ou ao Metrô.  Ainda na Paraíso, mas simultaneamente na Corinthians-Itaquera, a exposição intitulada "Nos passos da dança", apresenta a...

Metrô de SP: impossível sem ele

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Brasil perderia R$ 19,3 bi sem Metrô (postado no Blog do Milton Jung , em 07/07/2013) c hego muito cedo para trabalhar e estou distante da estação de Metrô, portanto o carro ainda é minha opção quando deixo minha casa de madrugada para apresentar o Jornal da CBN. Antes mesmo de chegar à redação, porém, já tenho informações sobre as estações de metrô da cidade – e da CPTM, também. Costuma ser das primeiras notícias que me chegam pelo Twitter: fatos contados por usuários muitas vezes revoltados devido a problemas técnicos e atraso dos trens. Há os que mandam imagens para provar o aperto que estão enfrentando nas primeiras horas do dia. Entendo perfeitamente a bronca dos ouvintes com o transporte sobre trilhos de São Paulo, são poucas linhas para a demanda que temos. São apenas 74 quilômetros e 64 estações, muito distante da infraestrutura ideal para atender os 4 milhões de passageiros que usam o sistema. Por estar esmagado na estação de embarque ou pressionado dentro do vagão...

Jornal da USP: MIL

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O Jornal da USP, com periodicidade semanal e uma tiragem de 20 mil exemplares, é a  mais antiga e importante publicação universitária do País. Com  uma moderna redação, similar aos grandes jornais brasileiros,  completou 28 anos no dia 3 de junho e veiculou seu milésimo exemplar. A primeira edição foi divulgada em 1985 e de lá para cá tem mantido a mesma linha editorial, o que o tornou um dos mais eficientes e conhecidos veículos de informação interno, na Universidade, bem como importante instrumento em que  a USP mostra à sociedade as produções científicas e culturais originadas nos seus seis  campi . O Jornal também possui uma versão eletrônica, disponível na internet (clique aqui ), e os temas abordados extrapolam o caráter meramente acadêmico, o que lhe rendeu duas premiações não vinculadas a comunidade científica. Uma, do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, pela melhor cobertura das comemorações pelos 500 anos do descobrimento do Brasil,...